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Percurso   e   Formação

Através do percurso de uma análise é possível acessar um desejo inédito, o desejo de analista. É somente através da análise pessoal que se torna possível desfazer a confusão que há entre o desejo de analista e a fantasia de ser analista. Assim, a análise pessoal é uma das sustentações do tripé da formação analítica.


Não sendo psicanalista uma profissão, mas um ofício, cada análise é levada de forma singular: cada analista é um analista diferente a cada analisando, fazendo semblante conforme o objeto inconsciente do sujeito. Este objeto, vazio em essência, é encarnado pelo analista que deve atuar, não com o seu Ser, mas com o seu des-ser. Torna-se então possível uma análise em que aquele que a demanda seja verdadeiramente levado a sério no que diz.


A formação teórica e a supervisão compõem o restante do tripé do percurso formativo. Apesar dos apelos publicitários e mercadológicos de supostas escolas de supostas psicanálises, uma formação se revela consistente e preocupada com o rigor teórico e clínico quando referenciada numa escola que sustenta a causa psicanalítica com ética e sem garantias falaciosas de diplomas ou carteirinhas. 

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Sustentada pelo Desejo do Analista, a prática clínica de orientação lacaniana, fundamenta-se na teoria freudiana relida e atualizada por Jacques Lacan, que amplia o território do inconsciente para o campo lacaniano por excelência, o campo do gozo. A partir d'Isso, a clínica torna-se viva e, para além das formalidades enrijecidas da psicologia do ego, está empenhada em que o percurso do tratamento tenha um começo, um meio e um fim.  Por isso, a formação do analista é permanente e tem relação com a causa. Essa duração indeterminada é condição sine qua non para a atuação do analista na clínica e para seu posicionamento na interface da psicanálise com a Polis.

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©2023 por Larissa Figueiredo Psicanalista. Orgulhosamente criado com Wix.com

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